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Gestão e Administração de Oficina, Outros, Reparadores de Veículos, Setor de Compras

Funilaria – Tenha controle de seus principais números

A gestão de uma empresa como uma oficina reparadora de veículos envolve inúmeras variáveis. São muitos os elementos que fazem parte da administração e que devem ser levados em consideração ao traçar novas estratégias para fomentar o crescimento do negócio. Esses elementos, na maioria das vezes, são representados por números: faturamento total obtido por mês, gastos, horas trabalhadas e vendidas, quantidade de veículos que passam pela oficina em um mês e diversos outros.

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O segmento de reparação automotiva é bastante concorrido, basta andar pela sua cidade para ver quantos estabelecimentos como esse existem! Desse modo, os clientes acabam escolhendo o reparador que pode oferecer um preço mais acessível. No entanto, todo o cuidado é pouco para que o empresário possa reduzir o valor cobrado pelos serviços, mas sem prejudicar a sua lucratividade.

Um dos passos mais importantes é ter controle sobre os gastos mensais da oficina, e isso envolve o pagamento dos colaboradores, locação do espaço (se for o caso) e todos os insumos envolvidos e que são pagos. Um levantamento do Sebrae de São Paulo expôs quais são os maiores desperdícios em oficinas: água; oxigênio, argônio e acetileno (mal uso de equipamentos de soldagem); ar comprimido; materiais de limpeza; peças (mal conservadas, de má qualidade ou erro na compra); ferramentas; luzes; energia elétrica; instalações elétricas e uma série de outros elementos.

Esses desperdícios geram um alto custo para a oficina, portanto, ter um cuidado extra para evitá-los pode representar uma boa economia. Nem sempre cortar custos na reparadora significa dispensar colaboradores ou, muito menos, apostar em procedimentos e peças de menor qualidade. Olhar para dentro da oficina e diminuir os gastos sem prejudicar funcionários e clientes é sempre muito melhor.

Outra coisa importante é mensurar o faturamento para ter expectativa para os meses posteriores. O empresário deve ter um controle do número de veículos que passam pela oficina, o faturamento geral do mês e a média de quanto cada cliente está deixando na reparadora. Fazer essa análise ao longo de alguns meses permite que o administrador da oficina tenha uma base e saiba o que esperar. E se tomar isso como um hábito, será visível quais as épocas em que o faturamento cai, por exemplo.

Conhecer os números do mercado de oficinas reparadoras também ajuda no processo de gestão. Acompanhar os crescimentos e declínios do segmento, saber quantas oficinas existem no bairro e na cidade, qual a média de preços praticados e outros detalhes permitem que o gestor do negócio saiba se encaixar no setor, mas sem deixar de propor algo sempre diferente!

Reduzir ao máximo o valor cobrado pelos serviços nem sempre é a solução, especialmente quando isso compromete a qualidade deles. Afinal, vale lembrar que a reparação de veículos envolve importantes questões de segurança para os clientes! Se você estiver cobrando um pouco mais caro do que os seus concorrentes, procure atrair o público com outros diferenciais, como pacotes, programas de fidelidade e o próprio bom atendimento. Isso muitas vezes conta mais do que o preço baixo!

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